Terça-feira, 17 de Abril de 2012

e depois há aqueles momentos em que tudo está bem. efetivamente bem. e depois há os outros, em que continua tudo bem. pauperrimamente bem.

Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2012

"gosto de raparigas em geral"

Há momentos em que é realmente impossível argumentar que nós, mulheres, não somos assim tão complicadas... Este é um deles:

Eu: gostas de raparigas muito femininas?
O amigo: gosto de raparigas em geral.

É facto.

Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2012

Politicamente correta (sem c)

E o post número 100 deste blog serve para dizer: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH! Puta que pariu. Foda-se. Caralho. E se os palavrões não são para isto, então não são para mais nada.

Beijinhos,
Narcisa

Quinta-feira, 3 de Novembro de 2011





Foi tudo um bem entendido.



Quinta-feira, 20 de Outubro de 2011

(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.)

True story

A renúncia é a libertação. Não querer é poder.


Fernando Pessoa

Segunda-feira, 18 de Julho de 2011

Sábado, 2 de Julho de 2011

Há três categorias de pessoas que mostram bastante frieza face àquele conjunto de fenómenos a que chamamos «o amor». Os cerebrais consideram «o amor» a parte mais juvenil e lamentável da embaraçosa «vida emocional». Os cínicos acham que «o amor» é uma ficção poética que mitifica o desejo sexual. Os afortunados só têm a experiência da conjugalidade, da domesticidade, da família, e não compreendem a dimensão tumultuosa ou trágica que «o amor» muitas vezes tem. Conheço bem estas pessoas: convivo há mais de vinte anos com o paternalismo dos cerebrais, o desdém dos cínicos e a incompreensão dos afortunados.

Pedro Mexia